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Lucas Arantes

 

Lucas Arantes é escritor e jornalista formado na Universidade de Ribeirão Preto. É membro fundador do Espaço A Coisa e do Instituto A Coisa. Concluiu, em 2009, o curso de formação em Psicanálise no Núcleo Távola, mas não exerce a profissão.

É autor do Livro “Sonidos, Documentos Inúteis, Poemas na Mesa Posta ou o Clã do Urso da Floresta” (2007), publicado pela editora Deriva, de Porto Alegre. "A cada passo uma surpresa. E isso é poesia. Ele nunca diz o que se pensa que vai dizer" - disse Menalton Braff sobre o livro. Na avaliação de Fernando Bonassi, é "uma visão muito particular, sincera e desolada da condição de existir e escrever".

Lucas Arantes é autor do romance “O Outro Estranho” (2009), publicado pela mesma editora e do drama “Suspensão” (2009), encenado pela Trupe Acima do Bem e do Mal. “Um Espetáculo original, de clima intenso. Um teatro vital, na vertente existencial, entre Beckett e Sartre” , escreveu Jefferson Del Rios, no jornal O Estado de São Paulo. E na revista Bravo de janeiro de 2010: “Um dos melhores espetáculos da seleção da revista Bravo!”.

Em 2010, ele escreveu o espetáculo “Ar Vazio”, para a Cia. Inerente, de São Paulo. Sobre "Ar Vazio": "Com tais estilhaços de emoções, Lucas Arantes, jovem poeta do teatro, fala de paixão e abismos (...) Um escritor com indagações numa linguagem densa (a evitar a armadilha da frase feita e do discurso). Não há como ficar alheio ao que se diz porque expõe uma tragédia incomodamente cotidiana, que mora ao lado. A diferença está na arte de colocá-la no palco (...) O que oferece agora, com brilho, são monólogos entremeados por conversas passadas ou nascidas do desejo", novamente Jefferson Del Rios, no O Estado de São Paulo.

Participou do projeto O Escritor nas Bibliotecas, da prefeitura de São Paulo, visitando as bibliotecas da cidade para falar de seu trabalho de escritor.

Em 2011 realizou o primeiro trabalho de direção no espetáculo "Perdido", também escrito por ele; ministrou oficinas de poemas nas Bibliotecas de São Paulo, pelo projeto Leitura Atenta, da Oficina de Escrita Criativa; realizou assistência de direção da peça "Deve Ser do Caralho o Carnaval em Bonifácio", com texto e direção de Mário Bortolotto; escreveu, a convite das Satyrianas, a Auto-Peça "Desvio", que ocorreu dentro de um carro durante o evento na Praça Roosevelt, em São Paulo.

Em dezembro de 2011 estreou o seu espetáculo "A.B.Ismo", encenado pela Cia. Cebrat.

Em 2012 estreou o seu espetáculo "InFausto", levado ao palco pelas companhias Engasga Gato e Cornucópia; participou, como professor convidado, do Congresso Pensar, em Palmas, Tocantins, para falar sobre poéticas contemporâneas e o universo da escola.

Ainda em 2012, seu primeiro texto para teatro, "Suspensão", ganhou leitura dramática pela Cia. Outra Companhia encenada pelo dramaturgo e diretor Mário Bortolotto.

O espetáculo "Edifício London", levado ao palco pela premiada Companhia Os Satyros, de São Paulo, tem direção de Fabrício Castro e coordenação de direção de Rodolfo García Vázquez. 

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